O caso em que engenheiro é morto em SP baleado e a suspeita de golpe do amor
Na madrugada de uma terça-feira chuvosa, um crime brutal abalou a Zona Leste de São Paulo. Um engenheiro de 40 anos, identificado como Fábio, foi encontrado morto a tiros dentro de seu carro, no bairro de São Mateus. A cena foi descoberta por vizinhos, que estranharam o veículo parado durante horas com os faróis acesos. Ao se aproximarem, viram o corpo no banco do motorista e acionaram a polícia.
O engenheiro é morto em SP com pelo menos dois disparos na região do tórax. Os pertences da vítima — carteira, celular e relógio — permaneciam no interior do veículo, o que afastou de imediato a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). O carro não apresentava sinais de arrombamento ou luta corporal.
A principal linha de investigação conduzida pela Polícia Civil aponta para um golpe do amor — uma armadilha criminosa comum em tempos de aplicativos de relacionamento. Segundo informações, a vítima teria marcado um encontro após conhecer uma mulher por meio de uma plataforma online. Tudo indica que Fábio foi atraído a uma emboscada. E não foi a primeira vez que um engenheiro é morto em SP em circunstâncias tão trágicas envolvendo apps de namoro.
O delegado responsável pelo caso afirmou:
“Há fortes indícios de que esse crime foi premeditado. Trata-se de uma quadrilha especializada que utiliza perfis falsos para atrair vítimas. O modo de operação é conhecido e já investigamos casos semelhantes.”
A história de Fábio comoveu a opinião pública. Um homem trabalhador, respeitado entre colegas de profissão, pai de um adolescente, teve a vida ceifada brutalmente ao buscar afeto — um reflexo cruel da vulnerabilidade emocional e da insegurança digital.
Como aconteceu o crime em que engenheiro é morto em SP: detalhes e repercussões jurídicas
O engenheiro é morto em SP depois de deixar sua residência por volta das 22h. Imagens de câmeras de segurança captaram o momento em que seu carro circula por uma rua do bairro São Mateus, reduzindo a velocidade antes de parar. Cerca de 20 minutos depois, os vizinhos escutaram barulhos que pareciam ser tiros, mas atribuíram o som à queima de fogos por uma comemoração próxima.
O corpo foi encontrado horas depois, já sem vida, com as portas trancadas por dentro. A perícia apontou ausência de luta corporal e morte por arma de fogo em curta distância, o que reforça a tese de execução ou crime premeditado.
A polícia requisitou a quebra de sigilo do celular da vítima para acessar as conversas mantidas com o suposto perfil feminino. Acredita-se que o telefone da autora (ou cúmplice) do crime esteja vinculado a outros casos semelhantes. Um engenheiro é morto em SP e a tecnologia se torna peça-chave para desvendar os culpados.
Juridicamente, os envolvidos podem responder por:
- Homicídio qualificado (motivo torpe e emboscada);
- Estelionato afetivo, se houver vantagem financeira envolvida;
- Associação criminosa, caso comprovado envolvimento de grupo;
- Uso de identidade falsa (falsidade ideológica e crime digital).
A morte do engenheiro em SP ganha contornos ainda mais graves por envolver uma armadilha emocional que termina em morte — um risco crescente em tempos de conexões digitais instantâneas e anônimas.
O que é o “golpe do amor” e seu contexto legal no Brasil
O golpe do amor, também chamado de estelionato sentimental, é uma prática criminosa que explora a confiança emocional de uma pessoa para aplicar fraudes — que vão desde extorsões financeiras até, como nesse caso, o assassinato.
No Brasil, o Código Penal prevê a punição de condutas associadas a esse tipo de crime:
- Art. 171 – Estelionato: uso de meios enganosos para obter vantagem ilícita.
- Art. 121 – Homicídio qualificado: por motivo torpe ou emboscada.
- Art. 288 – Associação criminosa: se comprovada a atuação em grupo.
- Marco Civil da Internet e LGPD: utilizados para identificação de perfis falsos.
No caso do engenheiro morto em SP, a investigação pode levar à responsabilização dos autores por homicídio qualificado com dolo direto, ou seja, com intenção de matar. Isso significa que a pena pode ultrapassar 30 anos de prisão, principalmente se for reconhecida a participação de uma quadrilha organizada.
Além da esfera penal, há o campo cível: familiares da vítima podem entrar com ação por danos morais e materiais, buscando reparação pelo sofrimento causado.
A jurisprudência brasileira tem avançado no reconhecimento do estelionato afetivo, ainda que nem sempre ele seja fácil de provar. A prova digital é essencial nesses casos, por isso manter prints, áudios e mensagens podem fazer toda a diferença no processo judicial.
Principais linhas de investigação e provas apuradas no caso em que engenheiro é morto em SP
Desde o momento em que o engenheiro é morto em SP, as autoridades seguem pistas relevantes para esclarecer os fatos. A análise forense do celular da vítima é fundamental. Já foram identificados ao menos três perfis similares em aplicativos de relacionamento, com fotos de mulheres atraentes que, segundo a polícia, são falsas.
A investigação analisa:
- Logs de acesso ao perfil da autora do crime;
- Chamadas de voz e geolocalização do celular;
- Registros de câmeras de segurança do trajeto;
- Vínculos com outros boletins de ocorrência semelhantes.
Um ponto-chave da investigação é a repetição do padrão: homens entre 30 e 50 anos, solteiros ou divorciados, profissionais bem-sucedidos, são atraídos por perfis de mulheres que sugerem encontros rápidos, geralmente em regiões de baixa movimentação.
Infelizmente, esse não é um caso isolado. Só em 2025, ao menos 12 ocorrências semelhantes foram registradas em São Paulo. A mídia destaca: mais um engenheiro é morto em SP, vítima de um golpe que combina sedução, premeditação e violência letal.
Riscos dos aplicativos de relacionamento e fraudes afetivas
As redes sociais e aplicativos de relacionamento têm sido palco de oportunidades — e também de grandes perigos. A ilusão do afeto rápido, da conexão instantânea e do desejo de intimidade imediata facilita a ação de golpistas.
Entre os principais riscos estão:
- Encontros marcados em locais isolados;
- Compartilhamento de informações sensíveis com desconhecidos;
- Chantagens emocionais e pedidos financeiros;
- Extorsão com vídeos íntimos (sextorsão);
- Emboscadas e crimes violentos, como no caso do engenheiro morto em SP.
Para se proteger:
- Nunca marque encontros em locais desconhecidos ou isolados;
- Informe amigos ou familiares sobre o encontro;
- Desconfie de perfis que evitam ligações ou videochamadas;
- Evite compartilhar dados pessoais e financeiros;
- Denuncie perfis suspeitos nas plataformas.
Direitos das vítimas e postura da Justiça no Brasil hoje
Mesmo em situações de tragédia, como a do engenheiro é morto em SP, a família da vítima possui direitos. A Justiça brasileira permite responsabilização criminal e civil dos autores, inclusive com indenização por danos morais.
As medidas cabíveis incluem:
- Ação penal pública com denúncia pelo Ministério Público;
- Pedido de indenização na esfera cível;
- Solicitação de medida cautelar para preservação de provas digitais;
- Investigação com auxílio da Delegacia de Crimes Digitais.
A atuação de um advogado criminalista é essencial nesses casos. É ele quem garantirá a correta apuração dos fatos, o respeito ao devido processo legal e a responsabilização efetiva dos autores.
Medidas preventivas para evitar golpes amorosos perigosos como o do caso em que engenheiro é morto em SP
Com base em casos como o do engenheiro é morto em SP, listamos medidas preventivas cruciais para proteger-se:
- Evite perfis que não mostram rosto ou recusam vídeo
- Desconfie de histórias de vida comoventes demais ou urgentes
- Nunca envie dinheiro ou dados bancários
- Pesquise a foto do perfil no Google Imagens para verificar autenticidade
- Marque encontros sempre em locais públicos e movimentados
- Compartilhe sua localização com alguém de confiança
- Use aplicativos com verificação de identidade
- Denuncie perfis suspeitos à plataforma
- Mantenha o celular carregado e com dados móveis ativos no encontro
- Confie na sua intuição: se algo parecer errado, recue imediatamente
Conclusão: lições jurídicas e humanas no caso em que engenheiro é morto em SP
O caso do engenheiro é morto em SP não é apenas uma tragédia individual, mas um alerta coletivo. Ele nos mostra como a busca por afeto pode ser manipulada com intenções criminosas, resultando em perdas irreparáveis.
Como advogado criminalista, afirmo que é fundamental que a sociedade reconheça os riscos emocionais e jurídicos das conexões digitais. A Justiça precisa ser rápida e eficaz na punição dos autores, e o cidadão deve se empoderar com informação e prevenção.
Casos como esse revelam que o crime está evoluindo, mas também que temos ferramentas legais e tecnológicas para combatê-lo. O luto dessa família precisa ser respeitado — e transformado em ação.
Perguntas Frequentes do caso em que engenheiro é morto em SP
- O que é o golpe do amor?
É um tipo de fraude em que criminosos fingem interesse romântico para enganar e prejudicar a vítima emocional e/ou financeiramente. - Como foi o caso em que engenheiro é morto em SP?
Ele foi atraído por um encontro via aplicativo e alvejado a tiros dentro de seu carro. - O que a lei prevê nesse caso em que engenheiro é morto em SP?
Homicídio qualificado, estelionato afetivo e associação criminosa. - Quem pode processar os responsáveis?
A família da vítima pode buscar reparação civil e penal. - Como reunir provas de um golpe online?
Salve mensagens, prints, áudios, dados bancários e registre um boletim de ocorrência. - A polícia pode rastrear perfis falsos?
Sim, com ajuda de ordens judiciais e ferramentas digitais. - O que é estelionato sentimental?
Crime que envolve manipulação afetiva com fins patrimoniais. - Como evitar cair em golpes de namoro?
Use apps seguros, desconfie de pressa e encontros em locais isolados. - Existem penalidades para esse crime como o caso em que engenheiro é morto em SP?
Sim, incluindo reclusão de até 30 anos, dependendo da gravidade. - Onde posso encontrar ajuda jurídica?
No site da Reis Advocacia você fala com um especialista em crimes digitais.
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Referências:
- G1- Engenheiro de 40 anos é achado morto a tiros dentro do carro na Zona Leste de SP; polícia suspeita de ‘golpe do amor‘
- R7- Engenheiro cai no golpe do amor e é encontrado morto dentro de carro em São Paulo
Sócio e Advogado – OAB/PE 41.203
Advogado criminalista, militar e em processo administrativo disciplinar, especializado em Direito Penal Militar e Disciplinar Militar, com mais de uma década de atuação.
Graduado em Direito pela FDR-UFPE (2015), pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil (ESA-OAB/PE) e em Tribunal do Júri e Execução Penal. Professor de Direito Penal Militar no CFOA (2017) e autor do artigo "Crise na Separação dos Três Poderes", publicado na Revista Acadêmica da FDR (2015).
Atuou em mais de 956 processos, sendo 293 processos administrativos disciplinares, com 95% de absolvições. Especialista em sessões do Tribunal do Júri, com mais de 10 sustentações orais e 100% de aproveitamento.
Atualmente, também é autor de artigos jurídicos no Blog da Reis Advocacia, onde compartilha conteúdos jurídicos atualizados na área de Direito Criminal, Militar e Processo Administrativo Disciplinar, com foco em auxiliar militares e servidores públicos na defesa de seus direitos.




