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Erro em Harmonização Facial: direitos e indenização do paciente!

Harmonização Facial mal feita pode gerar danos físicos, estéticos e emocionais. Saiba quando o erro em Harmonização Facial gera direito à indenização!

harmonização facial
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A Harmonização Facial se tornou um dos procedimentos estéticos mais populares do Brasil nos últimos anos. Com promessas de rejuvenescimento, simetria e valorização da beleza natural, milhares de pessoas recorrem a clínicas e profissionais para realizar esse tipo de intervenção estética.

No entanto, quando a Harmonização Facial é realizada de forma inadequada, sem técnica correta ou por profissionais despreparados, os resultados podem ser devastadores. O que deveria aumentar a autoestima pode gerar deformidades, assimetrias, complicações médicas e até danos psicológicos profundos.

Infelizmente, os casos de erro em Harmonização Facial têm aumentado significativamente. Muitos pacientes relatam problemas como:

  • deformidades faciais permanentes;
  • aplicação incorreta de preenchimentos;
  • necrose de tecidos;
  • infecções graves;
  • assimetrias evidentes no rosto;
  • perda de autoestima e sofrimento emocional.

Diante desse cenário, surge uma dúvida muito importante: quais são os direitos do paciente quando ocorre erro em Harmonização Facial?

Neste artigo você vai entender:

  • o que caracteriza erro em Harmonização Facial;
  • quais são os erros mais comuns nesse tipo de procedimento;
  • quando o paciente tem direito à indenização;
  • como responsabilizar clínicas e profissionais;
  • quais provas são essenciais;
  • quais soluções jurídicas podem garantir a reparação dos danos.

Se você passou por uma Harmonização Facial mal feita, este conteúdo pode esclarecer seus direitos e mostrar os caminhos legais disponíveis para buscar justiça.

Tiago EC

O que se configura como erro em Harmonização Facial?

A Harmonização Facial é um conjunto de procedimentos estéticos minimamente invasivos que buscam equilibrar as proporções do rosto por meio de técnicas como preenchimentos, aplicação de toxina botulínica, bioestimuladores e fios de sustentação.

Quando realizada com técnica adequada e por profissional capacitado, a Harmonização Facial pode trazer excelentes resultados. Porém, quando há negligência, imprudência ou imperícia, pode ocorrer o chamado erro estético.

Do ponto de vista jurídico, o erro em Harmonização Facial ocorre quando o resultado do procedimento gera dano ao paciente em razão de falha profissional.

Essas falhas podem ocorrer de diversas formas, por exemplo:

  • aplicação de produto em local inadequado;
  • uso de substâncias proibidas ou inadequadas;
  • falta de avaliação prévia do paciente;
  • ausência de consentimento informado;
  • técnica incorreta de aplicação;
  • excesso de preenchimento.

Além disso, no Direito Médico, existe um entendimento importante: procedimentos estéticos geralmente são considerados obrigação de resultado. Isso significa que o profissional assume o compromisso de entregar um resultado estético satisfatório ao paciente. Quando esse resultado não ocorre e ainda gera prejuízos, pode haver responsabilidade civil.

No Brasil, a responsabilização encontra fundamento em diversas normas jurídicas, como:

  • artigo 186 do Código Civil (ato ilícito);
  • artigo 927 do Código Civil (dever de indenizar);
  • Código de Defesa do Consumidor;
  • princípios da boa-fé e da confiança.

Assim, se o paciente sofre danos após uma Harmonização Facial, é essencial avaliar juridicamente o caso para verificar a existência de erro profissional.

 

Quais são os erros mais comuns na Harmonização Facial?

A Harmonização Facial envolve técnicas complexas que exigem conhecimento anatômico profundo. Quando essas técnicas são executadas de forma inadequada, surgem complicações que podem gerar graves consequências.

Entre os erros mais comuns na Harmonização Facial, destacam-se:

  1. Excesso de preenchimento

Um dos problemas mais relatados é o exagero na aplicação de ácido hialurônico ou outros preenchimentos.

Isso pode causar:

  • aparência artificial
  • deformidade facial
  • perda das características naturais do rosto

Esse tipo de erro compromete diretamente o objetivo da Harmonização Facial, que deveria ser justamente equilibrar os traços faciais.

  1. Assimetria facial

A aplicação desigual de substâncias pode provocar diferenças visíveis entre os lados do rosto. Esse problema ocorre principalmente quando a Harmonização Facial não é precedida de uma avaliação facial adequada.

  1. Necrose

A necrose é uma das complicações mais graves da Harmonização Facial. Ela acontece quando o produto é aplicado dentro de um vaso sanguíneo, interrompendo a circulação.

Isso pode causar:

  • morte do tecido
  • cicatrizes permanentes
  • deformidades irreversíveis
  1. Infecções

Quando a Harmonização Facial é realizada sem protocolos de biossegurança, podem ocorrer infecções.

Isso pode resultar em:

  • inflamações graves
  • necessidade de cirurgia corretiva
  • danos permanentes à pele
  1. Falta de planejamento estético

Outro erro muito comum na Harmonização Facial é realizar procedimentos sem planejamento global do rosto. Isso gera resultados desproporcionais e artificializados. Diante dessas situações, muitos pacientes acabam procurando orientação jurídica para buscar reparação pelos danos sofridos.

 

Harmonização Facial mal feita: O paciente tem Direito à Indenização?

Sim. Em muitos casos, o paciente que sofreu erro em Harmonização Facial tem direito à indenização.

A indenização pode incluir diversos tipos de danos, como:

  • Danos morais

Quando a Harmonização Facial gera sofrimento psicológico, constrangimento ou abalo emocional, pode haver direito à reparação por danos morais. Isso ocorre porque o rosto é parte fundamental da identidade e autoestima de uma pessoa.

  • Danos estéticos

Quando o erro causa deformidade ou alteração permanente da aparência, pode haver indenização por dano estético. Esse tipo de dano é amplamente reconhecido pelos tribunais brasileiros.

  • Danos materiais

O paciente também pode pedir reembolso de despesas relacionadas à Harmonização Facial, como:

  • valor pago pelo procedimento
  • gastos com tratamentos corretivos
  • medicamentos
  • cirurgias reparadoras

A jurisprudência brasileira tem reconhecido cada vez mais a responsabilidade de profissionais e clínicas nesses casos. Portanto, cada situação deve ser analisada individualmente para verificar a possibilidade de ação judicial.

 

Quando o profissional pode ser responsabilizado por erro estético?

A responsabilização do profissional que realiza procedimentos estéticos depende da análise de alguns elementos jurídicos fundamentais. No Direito Civil brasileiro, para que exista o dever de indenizar, é necessário comprovar que houve uma falha na prestação do serviço e que essa falha causou prejuízos ao paciente.

De modo geral, a responsabilização ocorre quando três elementos estão presentes: a conduta inadequada do profissional, o dano sofrido pelo paciente e a relação direta entre essa conduta e o prejuízo causado.

  • Conduta inadequada

O primeiro requisito é a existência de uma conduta imprópria por parte do profissional que realizou o procedimento. Isso pode acontecer quando há falha técnica, falta de cuidado ou atuação sem a qualificação necessária.

Alguns exemplos incluem:

  • falta de qualificação técnica para realizar o procedimento;

  • aplicação incorreta de produtos ou substâncias;

  • erro na avaliação clínica do paciente;

  • ausência de planejamento adequado do procedimento.

Quando o profissional age com negligência, imprudência ou imperícia, pode surgir a responsabilidade pelos danos causados.

  • Dano ao paciente

O segundo elemento necessário é a existência de dano efetivo ao paciente. Ou seja, é preciso demonstrar que o procedimento resultou em algum tipo de prejuízo.

Esses danos podem ser de diferentes naturezas, como:

  • danos físicos, relacionados a complicações ou lesões;

  • danos estéticos, quando ocorre deformidade ou alteração indesejada na aparência;

  • danos psicológicos, decorrentes do impacto emocional causado pela situação;

  • danos financeiros, como gastos com tratamentos corretivos ou medicamentos.

Sem a comprovação do dano, não há base jurídica para responsabilização.

  • Nexo de causalidade

Por fim, é necessário comprovar o chamado nexo de causalidade, que é a ligação entre a conduta do profissional e o dano sofrido pelo paciente. Isso significa demonstrar que o prejuízo ocorreu diretamente em razão da falha no procedimento realizado. Quando essa relação é comprovada, o profissional pode ser responsabilizado judicialmente e obrigado a reparar os danos causados.

Assim, quando estão presentes conduta inadequada, dano e nexo causal, a legislação brasileira permite que o paciente busque indenização pelos prejuízos sofridos.

Tiago CA

Quais provas são importantes em casos de erro em Harmonização Facial?

Em casos de erro em Harmonização Facial, reunir provas é um passo fundamental para demonstrar que houve falha no procedimento estético e que o paciente sofreu danos decorrentes da intervenção. Em processos judiciais envolvendo Harmonização Facial, as provas ajudam a comprovar tanto a existência do erro quanto os prejuízos causados ao paciente.

Quanto mais documentos e registros o paciente tiver sobre a Harmonização Facial realizada, maiores serão as chances de demonstrar a responsabilidade do profissional ou da clínica. Essas evidências são utilizadas para construir uma argumentação jurídica sólida e fortalecer o pedido de indenização.

Entre as principais provas utilizadas em casos de erro em Harmonização Facial, destacam-se:

  • Fotografias

As fotografias são uma das provas mais importantes em casos envolvendo Harmonização Facial. Imagens do antes e depois da Harmonização Facial ajudam a demonstrar de forma clara as mudanças ocorridas no rosto do paciente.

Essas fotos podem evidenciar problemas como:

  • assimetrias faciais
  • deformidades
  • inchaços anormais
  • alterações estéticas indesejadas

Esse tipo de prova visual costuma ser muito relevante para demonstrar os danos causados pela Harmonização Facial mal executada.

  • Prontuário médico

O prontuário ou ficha clínica do procedimento de Harmonização Facial também é uma prova extremamente importante. Esse documento pode revelar informações essenciais sobre a realização do procedimento.

Entre os dados que podem constar no prontuário estão:

  • quais produtos foram utilizados na Harmonização Facial
  • qual técnica foi aplicada pelo profissional
  • quais orientações foram dadas ao paciente antes e depois do procedimento

Essas informações podem ajudar a identificar possíveis falhas ou irregularidades na Harmonização Facial realizada.

  • Conversas e mensagens

Conversas trocadas com o profissional ou com a clínica também podem servir como prova em casos de erro em Harmonização Facial. Mensagens de WhatsApp, e-mails ou outras formas de comunicação podem demonstrar promessas de resultado, orientações inadequadas ou até o reconhecimento do problema pelo próprio profissional.

Esses registros podem ajudar a comprovar como foi conduzido o atendimento relacionado à Harmonização Facial.

  • Laudo médico e perícia

Outra prova importante em processos envolvendo Harmonização Facial é o laudo médico ou a perícia técnica. Esse documento geralmente é elaborado por um especialista que avalia se houve erro no procedimento estético.

A perícia médica pode identificar, por exemplo:

  • aplicação incorreta de substâncias
  • falhas na técnica utilizada na Harmonização Facial
  • complicações causadas diretamente pelo procedimento

Esse tipo de análise técnica costuma ter grande peso nas decisões judiciais envolvendo erro em Harmonização Facial.

Portanto, reunir provas adequadas é um passo essencial para quem pretende buscar reparação por danos decorrentes de uma Harmonização Facial mal realizada. Essas evidências ajudam a demonstrar o erro, fortalecer a argumentação jurídica e aumentar as chances de sucesso em uma eventual ação judicial.

 

É possível processar a clínica ou profissional por erro em procedimento estético?

Sim. Quando ocorre uma falha durante um procedimento estético, o paciente pode buscar na Justiça a responsabilização tanto do profissional que realizou o procedimento quanto da clínica onde ele foi feito. Isso acontece porque esse tipo de serviço é considerado uma relação de consumo, sendo aplicadas as normas de proteção ao consumidor.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), existe a chamada responsabilidade solidária entre os envolvidos na prestação do serviço. Isso significa que, se houver falha na realização do procedimento, todos os responsáveis pela prestação do serviço podem responder pelos danos causados ao paciente.

Na prática, isso permite que o paciente busque reparação contra:

  • o profissional que realizou o procedimento, caso tenha ocorrido erro técnico, negligência ou imprudência;

  • a clínica estética onde o procedimento foi realizado, especialmente quando ela participa da oferta do serviço ou disponibiliza estrutura e profissionais para o atendimento.

Essa possibilidade de responsabilização conjunta é importante porque amplia as chances de o paciente conseguir a reparação adequada pelos danos sofridos. Em muitos casos, a clínica também pode ter responsabilidade por falhas na escolha do profissional, na estrutura oferecida ou na supervisão do procedimento.

Além disso, quando há danos decorrentes de um procedimento estético mal executado, o paciente pode buscar indenização por prejuízos como danos morais, danos estéticos e danos materiais. Por isso, é fundamental reunir provas relacionadas ao procedimento e procurar orientação jurídica especializada para avaliar as medidas cabíveis.

O que fazer após um erro em Harmonização Facial?

Quando ocorre um erro em Harmonização Facial, é comum que o paciente se sinta inseguro, frustrado ou até mesmo desesperado diante das consequências do procedimento. Além dos impactos estéticos, muitas vezes surgem dores, complicações médicas e prejuízos emocionais. Por isso, é fundamental agir com rapidez e tomar algumas medidas importantes para proteger a saúde e também garantir seus direitos.

Após perceber problemas decorrentes de uma Harmonização Facial mal executada, o paciente deve adotar algumas providências essenciais que podem fazer diferença tanto na recuperação quanto na eventual busca por reparação judicial.

 

Entre as principais medidas recomendadas estão:

  • Procurar atendimento médico

A primeira e mais importante atitude após identificar um erro em Harmonização Facial é buscar atendimento médico especializado. Um profissional da área da saúde poderá avaliar os danos causados pela Harmonização Facial, indicar o tratamento adequado e evitar que o problema se agrave.

Em alguns casos, complicações como infecções, inflamações ou até necrose podem surgir após a Harmonização Facial, sendo essencial um diagnóstico rápido para preservar a saúde do paciente.

  • Registrar provas

Outro passo fundamental após um erro em Harmonização Facial é documentar todas as evidências relacionadas ao procedimento. Registrar provas pode ser decisivo caso seja necessário ingressar com uma ação judicial.

Entre as provas mais importantes estão:

  • fotografias do antes e depois da Harmonização Facial
  • vídeos que demonstrem os danos causados
  • relatórios ou laudos médicos
  • conversas e mensagens trocadas com o profissional ou clínica

Esses registros ajudam a demonstrar de forma clara os prejuízos decorrentes da Harmonização Facial mal realizada.

  • Guardar recibos e documentos

Muitas vezes, após um erro em Harmonização Facial, o paciente precisa gastar com consultas médicas, medicamentos e procedimentos corretivos. Por isso, é essencial guardar todos os comprovantes relacionados aos tratamentos realizados.

Esses documentos podem servir como prova de danos materiais, permitindo que o paciente solicite judicialmente o reembolso das despesas decorrentes da Harmonização Facial mal executada.

  • Procurar um advogado especializado

Por fim, buscar orientação de um advogado especializado em responsabilidade civil ou Direito Médico é uma medida extremamente importante. Esse profissional poderá analisar detalhadamente o caso e verificar se houve erro em Harmonização Facial que justifique a responsabilização do profissional ou da clínica.

O advogado também poderá orientar sobre:

  • quais provas devem ser reunidas
  • quais direitos o paciente possui
  • quais medidas jurídicas podem ser adotadas
  • como buscar indenização pelos danos causados pela Harmonização Facial

Portanto, diante de qualquer suspeita de erro em Harmonização Facial, agir rapidamente e buscar orientação adequada pode ser fundamental para preservar a saúde do paciente e garantir a reparação dos prejuízos sofridos.

Tiago CA

Quais são as soluções jurídicas para quem sofreu erro em Harmonização Facial?

Quando ocorre erro em Harmonização Facial, o paciente pode enfrentar não apenas frustrações estéticas, mas também prejuízos físicos, emocionais e financeiros. Nessas situações, o ordenamento jurídico brasileiro garante mecanismos legais para que a vítima busque reparação pelos danos sofridos após a Harmonização Facial.

A legislação, especialmente o Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil, prevê a responsabilidade de profissionais e clínicas que realizam procedimentos estéticos de forma inadequada. Dessa forma, quem sofreu consequências negativas após uma Harmonização Facial mal executada pode recorrer a diferentes soluções jurídicas para garantir seus direitos.

 

Entre as principais medidas jurídicas que podem ser adotadas em casos de erro em Harmonização Facial, destacam-se:

  • Ação de indenização

A ação judicial de indenização é uma das medidas mais utilizadas por pacientes que sofreram danos após uma Harmonização Facial.

Por meio dessa ação, o paciente pode buscar a reparação pelos prejuízos causados pelo procedimento estético inadequado. A indenização pode incluir:

  • danos morais, quando a Harmonização Facial causa sofrimento emocional, constrangimento ou impacto psicológico;
  • danos estéticos, quando a Harmonização Facial provoca deformidades ou alterações permanentes na aparência;
  • danos materiais, relacionados aos gastos com medicamentos, tratamentos corretivos e novos procedimentos.

O objetivo dessa ação é garantir que o paciente não fique no prejuízo após sofrer um erro em Harmonização Facial.

  • Pedido de custeio de tratamento

Outra solução jurídica possível é o pedido para que o profissional ou a clínica responsável pela Harmonização Facial arque com os custos do tratamento corretivo.

Em muitos casos, o paciente precisa realizar novos procedimentos médicos para corrigir problemas causados pela Harmonização Facial mal realizada, como:

  • retirada de preenchimentos;
  • tratamentos dermatológicos;
  • cirurgias reparadoras;
  • uso de medicamentos ou terapias específicas.

Nessas situações, a Justiça pode determinar que o responsável pelo erro em Harmonização Facial pague integralmente os custos necessários para a recuperação do paciente.

  • Acordos extrajudiciais

Em alguns casos, é possível resolver conflitos decorrentes de erro em Harmonização Facial por meio de acordos extrajudiciais. Isso significa que o paciente e o responsável pelo procedimento podem chegar a um acordo para pagamento de indenização ou custeio de tratamentos, evitando um processo judicial.

No entanto, é fundamental que qualquer acordo envolvendo Harmonização Facial seja realizado com orientação de um advogado. Esse cuidado é essencial para garantir que os direitos do paciente sejam plenamente respeitados e que a reparação seja justa e adequada. Portanto, diante de um erro em Harmonização Facial, existem diferentes caminhos jurídicos que podem ser adotados. A escolha da melhor estratégia depende da análise detalhada de cada caso e das provas disponíveis.

 

Como um Advogado especialista em Direito Médico pode ajudar em casos de erro em Harmonização Facial?

Casos de erro em Harmonização Facial envolvem questões técnicas que vão além de uma simples insatisfação estética. Muitas vezes, é necessário analisar aspectos médicos, normas legais e provas técnicas para demonstrar que houve falha no procedimento e que o paciente sofreu danos decorrentes da Harmonização Facial realizada.

Por esse motivo, contar com um advogado especialista em Direito Médico pode fazer toda a diferença. Esse profissional possui conhecimento jurídico e experiência em casos de responsabilidade civil na área da saúde, o que permite avaliar corretamente situações envolvendo Harmonização Facial mal executada.

Um advogado especializado poderá, por exemplo:

  • analisar detalhadamente o caso, verificando se houve erro profissional na Harmonização Facial;
  • identificar falhas técnicas ou negligência, como aplicação incorreta de produtos ou ausência de avaliação adequada;
  • reunir provas importantes, como prontuários, fotografias, laudos médicos e documentos do procedimento de Harmonização Facial;
  • orientar o paciente sobre seus direitos, explicando quais medidas jurídicas podem ser adotadas;
  • ingressar com ação judicial, quando necessário, para responsabilizar o profissional ou a clínica;
  • buscar a indenização adequada, considerando danos morais, estéticos e materiais causados pela Harmonização Facial.

Além disso, a atuação estratégica de um advogado especialista pode aumentar significativamente as chances de sucesso no processo. Isso ocorre porque ele saberá estruturar corretamente a ação judicial, demonstrando de forma clara como o erro em Harmonização Facial gerou prejuízos ao paciente.

Assim, diante de qualquer suspeita de falha em um procedimento de Harmonização Facial, buscar orientação jurídica especializada é um passo importante para garantir a proteção dos direitos do paciente e a reparação dos danos sofridos.

 

Saiba seus direitos: erro em procedimentos estéticos e o direito do paciente

Os procedimentos estéticos devem proporcionar mais autoestima, equilíbrio estético e bem-estar ao paciente. No entanto, quando ocorre uma falha profissional durante esse tipo de intervenção, o paciente não pode ser obrigado a arcar sozinho com os prejuízos causados.

A legislação brasileira protege quem sofre danos decorrentes de serviços mal executados, inclusive em tratamentos estéticos. Quando há negligência, imprudência ou imperícia na realização do procedimento, o paciente tem o direito de buscar reparação pelos prejuízos sofridos.

Ao longo deste artigo, demonstramos que falhas em procedimentos estéticos podem provocar diversas consequências negativas, como:

  • danos físicos causados pelo procedimento

  • danos psicológicos relacionados ao impacto na autoestima

  • prejuízos financeiros com tratamentos corretivos

  • deformidades estéticas que comprometem a aparência do paciente

Nessas situações, é possível recorrer ao Poder Judiciário para buscar indenização e garantir a responsabilização de quem realizou o procedimento de forma inadequada.

No escritório Reis Advocacia, já auxiliamos diversos pacientes que sofreram problemas após procedimentos estéticos mal executados. Nossa equipe jurídica atua com estratégia, conhecimento técnico e dedicação para garantir que os direitos dos pacientes sejam respeitados.

Se você ou alguém próximo sofreu consequências negativas após um procedimento estético, é fundamental buscar orientação jurídica especializada. Um advogado poderá analisar o caso, identificar se houve falha profissional e indicar quais medidas legais podem ser adotadas.

Procedimentos estéticos devem sempre ser realizados com responsabilidade, qualificação técnica e segurança. Quando isso não acontece e surgem danos ao paciente, a lei garante mecanismos para que a vítima não fique no prejuízo.

Neste artigo, explicamos pontos importantes sobre falhas em procedimentos estéticos, incluindo:

  • quando se configura o erro profissional

  • quais são os direitos do paciente nesse tipo de situação

  • quando existe direito à indenização

  • quais provas ajudam a comprovar o erro

  • quais soluções jurídicas podem ser adotadas

Se você deseja entender melhor seus direitos ou precisa de orientação sobre um caso semelhante, entre em contato com nossa equipe. Estamos prontos para analisar sua situação e ajudar você a buscar a reparação adequada.

Tiago EC

Perguntas frequentes sobre Harmonização Facial

  1. Harmonização Facial mal feita pode gerar processo?
    Sim. Quando ocorre erro em Harmonização Facial, o paciente pode entrar com ação judicial para buscar indenização pelos danos causados pelo procedimento. Isso acontece principalmente quando o resultado causa deformidades, complicações ou prejuízos estéticos.
  2. É possível pedir indenização por erro em Harmonização Facial?
    Sim. O erro em Harmonização Facial pode gerar indenização por danos morais, danos estéticos e danos materiais, dependendo da gravidade do problema. Cada caso é analisado individualmente pelo Judiciário.
  3. Quem pode ser responsabilizado pela Harmonização Facial mal feita?
    Tanto o profissional que realizou a Harmonização Facial quanto a clínica podem ser responsabilizados judicialmente. Isso ocorre porque ambos participam da prestação do serviço ao paciente.
  4. Preciso de laudo médico para processar?
    Não é obrigatório, mas o laudo pode ajudar a comprovar que houve erro na Harmonização Facial. Esse documento técnico pode fortalecer a ação judicial.
  5. Fotos do antes e depois ajudam?
    Sim. Fotos são provas importantes para demonstrar os resultados negativos da Harmonização Facial. Elas ajudam a comprovar as mudanças causadas pelo procedimento.
  6. Quanto posso receber de indenização?
    O valor depende da gravidade dos danos causados pela Harmonização Facial e das consequências para o paciente. O juiz considera fatores como impacto estético e sofrimento emocional.
  7. Existe prazo para processar?
    Sim. Em geral, o prazo para processar por erro em Harmonização Facial pode chegar a até 5 anos. Por isso, é importante procurar orientação jurídica o quanto antes.
  8. Posso processar mesmo tendo assinado termo de consentimento?
    Sim. O termo não elimina a responsabilidade quando há erro na Harmonização Facial. Ele apenas informa os riscos naturais do procedimento.
  9. Harmonização Facial pode causar necrose?
    Sim. Quando a Harmonização Facial é feita de forma inadequada, pode ocorrer necrose ou outras complicações graves. Isso acontece principalmente quando há aplicação incorreta do produto.
  10. Vale a pena procurar advogado?
    Sim. Um advogado especialista pode avaliar se houve erro na Harmonização Facial e orientar sobre o direito à indenização. Além disso, ele poderá indicar quais provas são necessárias para o processo.

 

Leia também: 

 

Referências:

Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que manteve condenação de profissional após procedimento de harmonização facial causar comprometimento do rosto da paciente.
A indenização fixada foi de R$ 20 mil por danos estéticos e R$ 15 mil por danos morais, além do pagamento parcial de cirurgia reparadora.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal manteve condenação de clínica após paciente sofrer dores, deformidades e necessidade de diversas cirurgias reparadoras decorrentes de harmonização facial mal executada.
Perícia apontou falhas relevantes na conduta profissional e ausência de comprovação da origem do produto utilizado.

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DRA GLAUCIA

Advogada – OAB/PE 41.127

Advogada com 14 anos de experiência na área securitária, tendo atuado em mais de 565 processos relacionados a Direito Civil, Seguros e Planos de Saúde.
Especialista em Direito Civil e Processual Civil e em Contratos de Seguros, possui também MBA em Seguros e Inovação e é especialista em Direito Securitário.

Atua como advogada especialista em seguros e planos de saúde, oferecendo soluções jurídicas estratégicas e personalizadas. É também Perita Judicial-Grafotécnica, certificada pela APJEP, com qualificação técnica para elaboração de pareceres e laudos periciais.
Sua trajetória é marcada pela excelência na defesa de interesses securitários e na condução de demandas complexas em Direito Privado

Atualmente, também é autora no Blog da Reis Advocacia, onde compartilha conteúdos jurídicos atualizados nas áreas de Direito Civil, Seguros e Planos de Saúde, com foco em orientar consumidores e profissionais do setor securitário na defesa de seus direitos e na busca por soluções jurídicas eficazes.

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